O Boletim Polínico efectua a divulgação semanal sobre os níveis de pólenes existentes no ar atmosférico. Esta é uma informação disponibilizada pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), obtida através da leitura de vários postos que fazem uma recolha contínua dos pólenes, em várias regiões do País.
Para esta semana, apesar da ocorrência de precipitação, prevêem-se concentrações muito elevadas de pólen no ar nas regiões da Estremadura e Alentejo, moderadas a muito elevadas nas regiões Norte, Centro Norte e Algarve, moderadas a elevadas no Arquipélago dos Açores, e baixas a moderadas no arquipélago da Madeira. Em dias de precipitação os níveis de pólen atmosférico e partículas em geral tenderão a baixar momentaneamente mas voltarão a subir rapidamente na ausência de precipitação.
Os pólenes de ciprestes, urtigas, pinheiros, cedros e plátano são os pólenes predominantes na atmosfera. Para além destes pólenes, na atmosfera estarão presentes outros grãos de pólen de plantas de floração invernal e primaveril tais como, alfavaca, choupos, gramíneas, eucaliptos, azedas, salgueiros, ulmeiros, carvalhos, entre outras, em baixas ou muito baixas concentrações.
O alerta vai particularmente para os pólenes de cipreste (em todo o continente e Arquipélago dos Açores) e plátano (no Centro e Alentejo).
No Norte do país e região do Porto, os pólenes encontram-se em níveis moderados a muito elevados, com predomínio dos pólenes de pinheiros, cedros, cipreste, urtigas e plátano, sendo esperadas concentrações baixas a moderadas para os pólenes de urtigas, pinheiros e cedros e baixas concentrações para o pólen de cipreste..
No Centro do país e região de Coimbra, os pólenes encontram-se em níveis moderados a muito elevados, com predomínio do pólen de cipreste, urtigas, cedros, pinheiros e plátano, sendo esperadas concentrações baixas a moderadas para estes pólenes.
Na Estremadura e região de Lisboa, os pólenes encontram-se em níveis muito elevados, com destaque para os pólenes de urtigas, cipreste, plátano, pinheiros, cedros e alfavaca, sendo esperadas concentrações muito elevadas para o pólen de urtigas, moderadas a muito elevadas para o pólen de cipreste, baixas a moderadas para os pólenes de plátano, pinheiros e cedros, e baixas concentrações para o pólen de alfavaca.
No Alentejo, os pólenes encontram-se em níveis muito elevados, com predomínio dos pólenes de cipreste, urtigas, plátano, azedas, alfavaca, pinheiros e cedros, sendo esperadas concentrações moderadas a muito elevadas para os pólenes de cipreste e de urtigas, baixas a moderadas para o pólen de plátano, e baixas concentrações para os outros pólenes.
No Algarve, os pólenes encontram-se em níveis moderados a muito elevados, com predomínio dos pólenes de urtigas, cipreste, pinheiros, cedros, plátano e alfavaca, sendo esperadas concentrações moderadas a muito elevadas para o pólen de urtigas, baixas a moderadas para os pólenes de cipreste pinheiros e cedros, e baixas concentrações para os outros pólenes.
Nos Açores e região de Ponta Delgada, os pólenes encontram-se em níveis moderados a elevados, com predomínio dos pólenes de urtigas, cipreste, plátano, alfavaca, pinheiros e cedros, sendo esperadas concentrações moderadas a elevadas para o pólen de urtigas, baixas a moderadas para o pólen de cipreste e baixas concentrações para os outros pólenes.
Na Madeira e região do Funchal, os pólenes encontram-se em níveis baixos a moderados, com predomínio dos pólenes de cipreste, alfavaca, plátano e urtiga, sendo esperadas concentrações baixas para estes pólenes.
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