Metodologia

A metodologia utilizada pela RPA para a monitorização de grãos de pólen presentes nas atmosferas das 9 estações de monitorização baseia-se na metodologia de Hirst:

1) uso de um captador Burkard Seven Day Volumetric Spore-trap® (Figuras 1 a 3);

2) uso de solução de silicone como meio adesivo;

3) método de leitura das 4 linhas longitudinais com uma ampliação de 400x ao microscópio óptico;

4) resultados expressos em número de grãos de pólen por metro cúbico de ar.

As amostras das regiões do Continente são preparadas e analisadas no Laboratório de Palinologia e Aerobiologia do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade de Évora, enquanto as amostras provenientes das estações dos arquipélagos são processadas na Universidade da Madeira.

Os resultados das contagens de todas as estações de monitorização são colocados em base de dados no Laboratório de Palinologia e Aerobiologia do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade de Évora e são enviados e armazenados na sede da SPAIC.

Estas medições polínicas são disponibilizadas no site da RPA tendo em conta os seguintes níveis de pólenes/m3:

Nulo (0) / Baixo (1-30) / Moderado (31-50) / Elevado (51-100) / Muito elevado (>100)

Burkard Seven Day Volumetric Spore-trape

Figura 1: Burkard Seven Day Volumetric Spore-trape®

Dar corda ao tambor

Figura 2: Recolha das amostras

Mudar o tambor

Figura 3: Preparação do sistema de relojoaria para nova amostragem

lab. de Palinologia do Departamento de Biologia da Universidade de Évora

Figura 4: Material e equipamento para a preparação e análise das amostras

SOBRE A SPAIC

Fundada em 1950, a SPAIC é a maior associação científica nacional que agrega especialistas médicos (Imunoalergologistas), investigadores e técnicos dedicados ao estudo da alergia, asma e imunologia clínica, organizando e patrocinando regularmente uma gama alargada de programas de formação e desenvolvimento profissional nestas áreas.

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PESQUISAR HISTÓRICO

Pode consultar neste site o Boletim Polínico de cada semana, desde 20 Março de 2006. 

Todos os Boletins contêm dados por região, e as concentrações por tipo de pólen.

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RECOMENDAÇÕES AO DOENTE

Consulte o Boletim Polínico, disponível todo o ano neste site, e na Primavera também em alguns meios de comunicação social, para saber as concentrações dos pólenes no ar ambiente (baixas/moderadas/elevadas).

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